segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O Portal da Matemática da OBMEP

O Portal da Matemática da OBMEP oferece a todos os alunos e professores do país vídeo-aulas de Matemática que cobrem o currículo do 6o ano do Ensino Fundamental ao 3o ano do Ensino Médio. O objetivo do portal é oferecer material de ensino de matemática gratuito e online. A plataforma dispõe de vários materiais que objetivam a aprendizagem do aluno, para ter acesso a todos os conteúdos disponíveis no site, o navegante precisa fazer um registro simples e prático no portal. Após o registro, o aluno pode aproveitar tudo o que a plataforma disponibiliza.
O Portal desenvolve a aprendizagem dos alunos por meio do Módulo, no qual pode ser definido como um conjunto de materiais de um determinado assunto, estes assuntos são determinados pelo conteúdo curricular das escolas brasileiras, sempre podendo haver diferenças com o de sua escola. Alguns Módulos possuem pré-requisitos, que podem ser outros Módulos do Portal ou um conhecimento específico prévio. Com relação as aulas, elas são subdivisões conforme os Módulos, compostas por diversos conteúdos relacionados aos tópicos para facilitar e direcionar o aprendizado. O Portal dispõe de diversos conteúdos para complementar seu aprendizado. Estes conteúdos podem ser acessados na divisão das aulas ou no menu do Módulo, onde estão disponíveis: Vídeo-aulas (também no Canal do You Tube), Exercícios Resolvidos, Caderno de Exercícios, Material Teórico e Testes.
Site Oficial: http://matematica.obmep.org.br/
Canal no YouTube: https://www.youtube.com/user/MPTOBMEP

A aplicação dos jogos pedagógicos nas aulas de matemática da escola de ensino fundamental Antonio Bonfim em Maribondo- AL

A disciplina Matemática tem sido apontada ao longo do tempo como a principal responsável pelo fracasso escolar. Nossa pretensão com este trabalho foi mostrar uma proposta mais interessante e prazerosa que despertasse, simultaneamente, o interesse e o raciocínio dos alunos nas aulas de matemática.
Dentre os jogos pedagógicos encontraram-se inúmeros jogos matemáticos, os quais despertaram na criança um nível muito bom de conhecimento, sendo este fundamental para a educação de qualidade e com excelente desenvolvimento emocional e cognitivo das crianças. Estes jogos representaram um universo lúdico muito rico para ser vivenciado principalmente nas séries iniciais do ensino fundamental.
Tal situação trouxe à tona várias discussões no âmbito acadêmico, pois a busca incessante de um caminho que apontasse soluções para o fracasso escolar, particularmente no ensino da matemática, nos colocou a todo o momento analisando as várias teorias educacionais, repensando a atuação pedagógica e o processo de ensino aprendizagem de modo que encontramos opções que contribuíram para um ensino mais eficaz e significativo. Para que os alunos não experimentassem do fracasso e não desenvolvessem atitudes negativas em relação à matemática, adequamos os conceitos que foram ensinados à realidade dos alunos, (GIARDINETTO E MARIANI, 2005) sendo assim os professores, propiciaram  situações motivadoras, desafiadoras e interessante de ensino, nos quais os alunos interagiram com o objeto de estudo e, acima de tudo, construíram significativamente o conhecimento e chegaram às abstrações mais complexas.

O objetivo dos professores de matemática deverá ser o de ajudar as pessoas a entender a matemática e encorajá-las a acreditar que é natural e agradável continuar a usar e aprender matemática como uma parte sensível, natural e agradável. (BRITO 2001, P. 43).

Rodriguez (1993), ao longo dos anos, atribuiu aos alunos a causa deste fracasso, o que levou os professores a procurarem diversas estratégias e alternativas metodológicas que motivassem e facilitassem a compreensão dos conteúdos matemáticos. Uma das formas já bastante enfatizada, principalmente nas séries iniciais do ensino fundamental, foi à utilização dos jogos em ambiente escolar. Muitos autores (KAMII; DEVRIES, 1990, BRENELLI, 1996; CHATEAU, 1987; MACEDO, 1995; PETTY; PASSOS, 1996; GRANDO, 2000) destacaram em seus trabalhos a importância de se utilizar jogos na escola como meio que favorecesse o desenvolvimento e a aprendizagem de conceitos matemáticos pelas crianças.
            Viu-se a necessidade de se investigar novas práticas metodológicas e ferramentas capazes de renovar o ensino, em particular da matemática e de suas operações fundamentais, através dos jogos, propondo novos desafios para a escola. Surgiu assim a idéia de realizar uma intervenção pedagógica em sala de aula com jogos, no nível coletivo da classe.
            Um trabalho dessa natureza no dizer de Souza (1996, p. 125) procura: “apresentar às crianças novos instrumentos, recursos que busquem auxiliá-las a pensar, para comparar as informações trazidas para instrumentos diferentes e planejar modos de utilização daqueles eficazes”.  
            Para tanto, foi necessário que os educadores tivesse conhecimento e compreensão do domínio desses jogos para melhor aplicá-los e terem um retorno real segundo o seu planejamento, visando sempre o desenvolvimento das capacidades intelectuais da criança...LER POR COMPLETO.


Autores:
Maria Luciane Fideles Nunes
Maria Do Socorro Da Costa De Alcântara Silva
Orientadora: Profª. MsC. Jussara Isabel Stockmans.
GRUPO UNINTER
FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA - FACINTER
MARIBONDO-AL
2009

Trabalho de conclusão do curso de Graduação em Pedagogia, apresentado a Faculdade Internacional de Curitiba – FACINTER, como requisito para obtenção do Titulo de Pedagogo.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Programas de computador no ensino de matemática

O iGeom é uma ferramenta gratuita para ensinar matemática de maneira ativa e interativa, que pode ser usado no ensino fundamental, médio e superior. [Imagem: ICMC]

Malba Tahan

A matemática é uma das disciplinas que causa maior repulsa nos alunos brasileiros. Isso é claramente refletido em seu desempenho nas avaliações internacionais de educação, nas quais o Brasil amarga péssimas posições.
Por conta disso, muitos professores tentam utilizar maneiras divertidas e interativas de ensinar a matemática, a fim de conseguir um maior interesse por parte dos alunos.
No Brasil, o maior expoente foi sem dúvida Malba Tahan, pseudônimo de Júlio César de Mello e Souza, nascido em 1895 no Rio de Janeiro. Ele foi Professor Emérito da Faculdade Nacional de Arquitetura, do Colégio D. Pedro II. Ao longo de sua vida, escreveu cerca de 120 livros sobre matemática recreativa, didática da matemática, história da matemática e literatura infanto-juvenil, atingindo tiragem de mais de 2 milhões de exemplares. Sua obra mais popular, O Homem que Calculava (com mais de 40 edições), conta a história de um árabe que, em suas andanças pelo deserto, usa a matemática para resolver problemas característicos da cultura de seu povo.
A obra foi premiada pela Academia Brasileira de Letras em 1972, sendo traduzida para vários idiomas.

Matemática com informática

Atualmente, vários professores de matemática buscam na informática, na interatividade e nos softwares uma maneira para atrair a atenção dos alunos para a disciplina.
No Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, o professor Seiji Isotani está trabalhando com softwares interativos e inteligentes voltados para a educação matemática há mais de dez anos. "São softwares que buscam ensinar a disciplina de uma maneira mais eficiente e com maior interatividade", explica o pesquisador do Departamento de Sistemas de Computação. "O software iGeom é um exemplo. Desenvolvido sob supervisão do professor Leônidas de Oliveira Brandão, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) da USP, o iGeom é uma ferramenta gratuita para ensinar de maneira ativa e interativa, que pode ser usado no ensino fundamental, médio e superior.
Por intermédio do programa é possível, por exemplo, determinar a localização do ponto médio, estudar as funções de seno, cosseno, tangente, modelos matemáticos, algoritmos e recorrências (que é uma única figura repetida várias vezes em pontos específicos). Tudo isso de forma interativa e visual.

Programa para ensino de matemática

Já o MathTutor/AdaptErrEx é um software inteligente voltado ao ensino de matemática (por exemplo, decimais). Por meio de técnicas de inteligência artificial, o software ajuda passo a passo o aluno a compreender (e resolver) problemas de matemática, bem como os vários componentes de conhecimento envolvidos. O aluno somente avançará para a próxima etapa da aprendizagem se adquirir os conhecimentos necessários. O software também tem a capacidade de avaliar onde está a dificuldade do estudante, dando dicas para que este pense e identifique onde errou através de um dispositivo gráfico. Comparando esses gráficos e a informação coletada pelo software, o professor pode avaliar tanto o desempenho individual do estudante como o desempenho da classe como um todo. Esse projeto é desenvolvido por Isotani há dois anos em parceria com pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh (EUA), e é baseado nas teorias desenvolvidas por essa universidade, estando no momento disponível apenas nos Estados Unidos.
"Na escola nunca recebemos um auxílio individual, pois o professor tem que cuidar de classes com 30, 40 alunos e, sem a ajuda de ferramentas computacionais, ele não consegue identificar quais são as dificuldades de cada um.
"Dessa forma, o software é um meio de personalizar o processo de ensino e aprendizagem para que as perguntas básicas sejam respondidas diretamente no computador e as dificuldades sejam sanadas no momento em que se manifestarem. "As perguntas mais complexas que necessitem de uma maior explicação são esclarecidas diretamente com o professor, contudo essas perguntas são menos frequentes.

Aceita-se colaboradores

"A principal característica do MathTutor/AdaptErrEx é que, com ele, o aluno é incentivado a descobrir a propriedade do elemento matemático estudado, e com o auxílio inteligente do software ele sempre chega ao resultado final", descreve o pesquisador. Isotani também acredita que esse software possa, num futuro de médio a longo prazo, incentivar os alunos a ingressarem na área de exatas, pois para aprendê-la é necessário abstrair e visualizar ideias e conceitos, e o software facilita isso. Esse software oferece um complemento ao professor e ao aluno, a um custo razoavelmente baixo, então existiria um apelo comercial muito forte a ele. No caso do MathTutor, ele é freeware (gratuito), mas não é open source (com código fonte aberto). "Para atingir esse ponto teremos que dar um passo maior, isso significa que queremos que as pessoas contribuam com o desenvolvimento desse software, atribuindo-lhe novas funcionalidades, aplicativos e versões mais aprimoradas. Nesse processo é necessário filtrar o que é bom do que não é, por exemplo", afirma Isotani.
"Em médio e longo prazo, esse software pode se tornar open source. Poderemos firmar parcerias com prefeituras e empresas privadas para que o projeto não seja apenas um protótipo. O meu objetivo final é produzir ferramentas educacionais que tenham o potencial de melhorar a qualidade do ensino e que fiquem a disposição de professores e alunos, não importa como."

Há softwares que trabalham com frações, álgebra, química, que auxiliam os alunos no desenvolvimento de conteúdos. No Brasil há a necessidade de identificar quais são os componentes de conhecimento para que os alunos aprendam melhor.

FONTE: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=programas-computador-reforcam-ensino-matematica#.V2twivkrLIU

domingo, 19 de junho de 2016

Simpósios

A Sociedade Brasileira de Matemática (SBM) e a Associação Nacional dos Professores de Matemática na Educação Básica (ANPMat) promovem a realização de Simpósios da Formação do Professor de Matemática, nas cinco grandes regiões do país, tendo uma edição nacional. Os Simpósios têm por objetivo debater propostas e possibilidades de melhorias na qualidade do ensino, além de contribuir para a formação de estudantes e profissionais ligados à Matemática, para uma melhor qualificação dos profissionais da área da Matemática e dos professores atuantes nos primeiros anos da educação básica.
Público alvo: pesquisadores, professores e estudantes de cursos de graduação e pós-graduação que atuem junto a Matemática e ao ensino de Matemática, em especial, os alunos egressos do curso PROFMAT e os professores atuantes na educação básica.
Calendário: os Simpósios se distribuem num ciclo bienal, em sintonia com os Colóquios de Matemática das Regiões, com a seguinte proposta de calendário.
Anos ímpares:
  • Região Sudeste – primeiro quadrimestre
  • Nacional – segundo quadrimestre
  • Região Centro-Oeste – terceiro quadrimestre
Anos pares:
  • Região Sul – primeiro quadrimestre
  • Região Norte – segundo quadrimestre
  • Região Nordeste – terceiro quadrimestre

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Como organizar

Olimpíadas de Matemática

A OBM – Olimpíada Brasileira de Matemática foi criada em 1979 e é, atualmente, uma parceria da SBM e do IMPA. A sua página de internet da OBM está localizada em http://www.obm.org.br.
A OBM organiza as olimpíadas nacionais de Matemática, bem como diversas olimpíadas regionais ou estaduais. Além disso, a OBM representa o Brasil em competições internacionais tais como a IMO – Olimpíada Internacional de Matemática e a Olimpíada Ibero-Americana de Matemática, entre outras.
Mais recentemente, em 2005,  foi criada pelo Governo Federal a OBMEP – Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas, que é executada pelo IMPA com a colaboração da SBM e alcança um universo muito amplo de alunos e professores das escolas públicas de todo o país. A página de internet da OBMEP está localizada em http://www.obmep.org.br.